Eu tento estudar, mas o facebook não me deixa…

Você também passa por isso? Você pode estar com dependência de internet!

Todo mundo sabe que a internet é muito importante, que é fonte de informação, que ajuda também nos contatos sociais. Mas o que poucas pessoas sabem é que, como tudo na vida, se em excesso, a internet também pode fazer mal.
Mas como assim?
Quando uma pessoa deixa de estabelecer relações fora de casa e fica só no computador, quando valoriza mais os contatos que tem na rede e nem tanto os contatos fora dela, quando ficam inúmeras horas em salas de bate papo e em sites de relacionamentos, quando não aproveita um passeio porque está mais preocupado em saber quem postou o quê na rede, quando prefere ficar em casa on line a ir ao cinema ou à igreja.
O uso saudável da internet é quando a pessoa entra, checa seus e-mails, responde ou então deixa pra responder depois, sem a ansiedade de responder na hora, checa suas atualizações nas redes sociais, entram em sites para saber das últimas notícias, vê mais alguma outra coisa de interesse e pronto! Consegue desconectar sem ficar ansioso. Agora, aquela pessoa, que mesmo que consiga desconectar da internet, fica ansiosa e continua o acesso pelo celular, ou tablet, estando fora de casa, uma luz vermelha começa a piscar… sinal de alerta.
Isso vale para quem trabalha com a internet. Se a pessoa usa para o trabalho apenas, OK, agora se ela não consegue ter boa produtividade porque vive checando as redes sociais, por exemplo, também é problema.
Isso pode acontecer em função da pessoa ter baixa autoestima, timidez, baixa autoconfiança e acabam “se escondendo” ou se protegendo na rede.
Estima-se que aproximadamente 10% das pessoas que usam a internet tenham desenvolvido um grau de dependência dela.
Mas como saber se estou “navegando” demais e me tornando dependente da internet?
·         Se você percebeu que fica ansioso quando não está na rede, e quando se conecta fica mais tranquilo;
·         Se as pessoas da sua família, ou os seus amigos reclamaram que você já não dá mais tanta atenção a eles;
·         Se você deixou de frequentar festas e confraternizações da escola, da faculdade, do trabalho;
·         Se você fica muito ansioso quando falta energia em casa, por exemplo, e você não consegue ligar o computador, ou ainda quando o seu computador estraga e você sofre muito por estar sem ele;
·         Se você fica preocupado com o que as pessoas estão postando e verifica constantemente suas atualizações;
·         Se quando você está fazendo outras atividades, você fica pensando no que vai escrever no seu perfil, o que vai colocar no status, se tira fotos só pensando em postar no facebook, enfim, se sua vida, mesmo fora da rede, só gira em torno dela;
·         Se você percebe que tem tido a necessidade de aumentar o seu tempo conectado;
·         Se se esforça muito para se desconectar ou pelo menos tenta diminuir o tempo em frente ao computador;
·         Se você fala “vou entrar aqui rapidinho pra ver meu facebook, meu twitter”, e quando vê perdeu uma hora, duas, a manhã inteira e não conseguiu realizar outras tarefas, porque ficou em função da internet, e não fez nada, ficando com a sensação de ter perdido tempo;
·         Se fica constantemente irritado e de mau humor porque não conseguiu terminar aquele relatório do trabalho ou aquela tarefa da escola;
·         Se você trabalha em uma empresa que restringe o acesso às redes sociais e você fica ansioso para saber o que está acontecendo;
·         Se você checa constantemente o seu celular em busca das suas atualizações.
(…)
Se  identificou  em vocêa lgumas característica é um sinal de alerta, cuidado, a dependência porque pode seguir aumentando. Não raro esse comportamento pode gerar problemas de relacionamentos, no trabalho, no estudo.
Abração, até mais!
Therezinha Silveira
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CINEMA E PSICOLOGIA

 Nesta página apresento uma seleção de filmes relacionados a temas da psicologia. O critério de seleção é pessoal, e inclui somente filmes que já assisti, e considero relevantes. Acrescento breves referências a alguns temas abordados em cada filme.

Aproveitem esse final de semana prolongado. Abração

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2h37min – Adolescência, convivência escolar, suicídio.

Atração Fatal (1987) – Relações extraconjugais, delírio, conduta antissocial.

Alguém tem que Ceder (2003) – Relacinamento amoroso, idade e sexualidade.

Adam: Memórias de uma Guerra (2008) – Tortura psicológica, internação em hospital psiquiátrico.

Amnésia (2000) – Danos neurológicos, perda de memória recente.

Abuso Sexual (2006) – Abuso sexual na infância, incesto.

Bullying (2009) – Bullying, violência juvenil, suicídio.

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004) – Memória, esquecimento, resgate de lembranças.

Bicho de Sete Cabeças (2001) – Denúncia à praticas abusivas de internação em manicômios.

Banquete de Amor (2007) – Luto, relacionamentos, lidar com perdas.

Beleza Americana (1999) – Crises de relacionamentos familiares e amorosos, uso de drogas, homofobia, relações extraconjugais.

Bem-me-quer, mal-me-quer (2002) – Erotomania, obsessão, delírio.

Código para o Inferno (1997) – Autismo, habilidades especiais no autismo.

Caos Calmo (2008) – Luto, perda, sentimento de culpa.

Chuva de Verão (2001) – Adolescência, descoberta da sexualidade, abuso de álcool, relações extraconjugais.

Candy (2006) – Relacionamento amoroso, abuso de drogas.

Como Água para Chocolate (1992) – Crises familiares, interdição amorosa, sexualidade, abuso psicológico.

Deixe-me Viver (2002) – Rejeição, conflitos entre mãe e filha.

Divâ (2009) – Crise conjugal, separação, relações extraconjugais, processo terapêutico.

Dormindo com o Inimigo (1991) – Violência contra a mulher, abuso psicológico, transtorno obsessivo-compulsivo.

De-Lovely (2004) – Sexualidade, homosexualismo, crise conjugal, melancolia.

Enigma das Cartas,  (1993) – Autismo.

Eu, Chistiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída (1981) – Adolescência, drogas, prostituição juvenil.

Efeito Borboleta (2004) – Atos e consequências, obsessão pelo controle do destino.

Elsa e Fred (2005) – Amor e sexualidade na terceira idade, luto.

Em Nome de Deus (1988) – Religião e sexualidade.

Elefante (2003) – Adolescência, bullying, violência escolar, assassinato em massa.

Espera da Felicidade, À (2006) – Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT), estupro, crise de relacionamento.

Fatal (2008) – Relacionamento amoroso, sexualidade e idade, medo da morte.

Gênio Indomável (1997) – Relação terapêutica, relação amorosa.

Garota Ideal, A (2007) – Solidão, sexualidade, relações familiares, convenções sociais.

Meninos não Choram (1999) – Intolerância, transsexualismo.

Mulher Invisível, A (2009) – Alucinação, solidão.

Palavras de Amor (2005) – Relações entre pais e filhos, estresse infantil.

O quarto do filho (2001) Relação terapêutica, relação familiar.

Priscila, a Rainha do Deserto (1994)
 – Homossexualismo, paternidade e homossexualismo, transexualismo

Voltando a viver– Conduta antissocial, processo terapêutico, intolerância atos e consequências.

 

Você com-partilha suas emoções?

Escrever sobre os próprios sentimentos pode melhorar até a saúde e ajudar na remissão de muitos sintomas. Foi realizada uma pesquisa na Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, onde acompanharam 180 mulheres em estágio inicial do câncer de mama por três meses e as conclusões são claras. Elas foram divididas em 3 grupos. Um escreveu sobre o medo de morrer, o segundo sobre a aproximação da família e o último não escreveu nada. Quem passou para o papel seus sentimentos teve menos da metade dos problemas físicos relacionados ao tratamento.

É claro que apenas uma minoria coloca em palavras o que sente, porém são essas as pessoas que mais conseguem obter controle sob suas emoções. Ao escrever, você adquire antes de tudo, autoconhecimento. Você pode escrever o que está sentindo no momento, ou escrever sobre toda sua história, principalmente momentos que marcaram sua vida. Isso trará um entendimento mais profundo de muitas situações que foram deixadas de lado, mas nem por isso deixam de machucar.

Escrever sobre as emoções serve também para fazer um levantamento de nossas idéias e uma auditoria nos sentimentos. É uma maneira de comprometer-se consigo próprio, transformando o raciocínio em palavras que podem ser relidas, analisadas, sem defesas ou fugas, que muitas vezes acontecem quando ficam limitadas apenas aos pensamentos.

Mas tenha o cuidado para que ninguém tenha acesso às suas anotações ou seu diário. Depois de tudo analisado, você poderá, se quiser, rasgar, amassar, queimar e jogar no lixo, ou ainda, poderá guardar para ir observando, cada vez que reler, seu próprio progresso, suas conquistas, sua capacidade de superar obstáculos que a princípio pareciam intransponíveis. Escrever é altamente terapêutico e torna-se cada vez mais fácil com a prática. Você só saberá se começar. Você tem uma folha de papel em branco?

… E não esqueça, compartilhar sentimentos é dividi-los, mesmo que seja com seu diário.

Abração a todos e boa semana!

Therezinha Silveira